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Como funciona o sensor de estacionamento?

Como funciona o sensor de estacionamento?

De uns três anos para cá, se tornou bastante comum o uso do sensor de estacionamento. Alguns carros oferecem o acessório como item de série e outros como opcional.
Alguns modelos não oferecem nenhuma das opcões acima e o jeito é adquirir e instalar o acessório em alguma loja que comercializa o produto.
O sensor traseiro é o mais comum porém, há veículos mais sofisticados que oferecem o sistema também na dianteira e na lateral. Há quatro tipos de sensores que são os mais comuns: o que emite apenas som, o que possui avisos luminosos, o que oferece um display mostrando a distância entre o objeto e o veículo e o que possui câmera de ré.
Independente do tipo de sensor, o princípio de funcionamento é o mesmo. O sistema funciona atráves da tecnologia de ultrassom, a mesma usada nos radares móveis e de avião.
O sensor emite uma frequência sonora inaudível ao ouvido humano que reflete no objeto e volta emitindo um sinal. Assim, a distância é calculada através do tempo que o sinal gasta para regressar do objeto ao sensor

Mesmo em veículos que possuem um painel de visualização, o sensor costuma emitir um sinal sonoro que muda de intensidade à medida que o veículo se aproxima do objeto.
Caso o sensor não emita nenhum sinal,  pode ser que o objeto esteja muito distante ou em uma posição na qual a frequência sonora não conseguiu refletir (situação muito comum quando o objeto é muito pequeno).
De qualquer maneira, acho esse acessório bastante útil e que ajuda em diversas situações nas quais não temos visibilidade. Sem contar que alguns sensores são bem em conta e fáceis de instalar.
Quais os carros mais econômicos?

Quais os carros mais econômicos?

Atualmente, uma das características mais valorizadas nos veículos pelos consumidores é a economia de combustível.
Independente do motivo (fator econômico ou agressão ao meio ambiente devido aos agentes poluentes), o fato é que a indústria automobilística também tem se preocupado bastante com a questão.
Tanto que os veículos mais novos, com motores mais modernos, são mais econômicos e menos poluentes (não importa se é um veículo 1.0 ou 2.0).
O assunto está sendo tão debatido e levado tão a sério que alguns veículos já começaram a ser etiquetados de acordo com o consumo do produto (como acontece com os eletrodomésticos).
Atualmente as montadoras participam do programa de forma voluntária. Porém, a etiquetagem deve se tornar obrigatória a partir de 2015. Os testes são realizados pelo Inmetro e a classificação vai do A ao E (mais alto para o mais baixo).
Além do consumo de combustível na cidade e na estrada, a etiqueta também apresenta a quantidade de CO2 emitido pelo veículo.
Mês passado o Inmetro divulgou uma lista com algum dos carros mais econômicos do Brasil. Abaixo, segue a lista dos veículos que receberam classificação A e consumo apenas de gasolina:
  • Uno Mille Fire Economy (Fiat): 12,7 km/l na cidade e 15,8 km/l na estrada.
  • Novo Uno Economy Evo 1.4 (Fiat): 12,5 km/l na cidade e 15,2 km/l na estrada.
  • Gol G4 Ecomotion (Volkswagen): 12 km/l na cidade e 14,1 km/l na estrada.
  • Novo Gol Bluemotion (Volksvagen): 11,8 km/l na cidade e 14,9 km/l na estrada.
  • 207 HB Blue Lion 1.4 (Peugeot): 11,6 km/l na cidade e 15 km/l na estrada.
  • Etios 1.3 (Toyota): 12,5 km/l na cidade e 13 km/l na estrada.
  • Etios 1.5 (Toyota): 11,9 km/l na cidade e 14 km/l na estrada.
  • Sandero 1.0 (Renault): 12,1 km/l na cidade e 13 km/l na estrada.
  • C3 1.5 (Citroën): 11,9 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada.
  • Novo Gol 1.0 (Volkswagen): 11,6 km/l na cidade e 13,9 km/l na estrada.
  • Novo Voyage 1.0 (Volkswagen): 11,6 km/l na cidade e 13,9 km/l na estrada.
  • Fit 1.4 (Honda): 11,8 km/l na cidade e 13,3 km/l na estrada.
  • Polo Bluemotino (Volkswagen): 10,8 km/l na cidade e 15,9 km/l na estrada.
  • Siena Fire 1.0 (Fiat): 12 km/l na cidade e 14,1 km/l na estrada.
  • DS3 1.6 (Citroën): 11,3 km/l na cidade e 14,4 km/l na estrada.
  • Logan 1.0 (Renault): 12,1 km/l na cidade e 13 km/l na estrada.
  • Civic (Honda): 10,5 km/l na cidade e 13,4 km/l na estrada.
  • Corolla 1.8 (Toyota): 10,2 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada.
  • Fluence Dynamique 2.0 (Renault): 10,2 km/l na cidade e 14,1 km/l na estrada.
  • Fusion Hybrid (Ford): 13,8 km/l na cidade e 13,1 km/l na estrada.
  • New Ecosport (Ford): 10,2 km/l na cidade e 12,2 km/l na estrada.
  • Duster Dynamique 4×4 (Renault): 8,9 km/l na cidade e 10,2 km/l na estrada.
  • Kangoo Express (Renault): 9,0 km/l na cidade e 10,9 km/l na estrada.
  • Saveiro (volkswagen): 10,7 km/l na cidade e 12,3 km/l na estrada.
A maioria dos modelos com câmbio automático variam apenas 1 km/l em relação ao de câmbio manual. Muitos veículos que recebem nível E fazem em média 9 km/l na cidade.
Novos motores são desenvolvidos desenvolvimento constantemente pela indústria automotiva. É uma busca contínua por motores que sejam potentes e ao mesmo tempo econômico.
A partir do ano que vem, o Governo também passará a incentivar esse tipo de veículo. Os carros mais econômicos terão redução de IPI, o que estimulará o aumento das vendas e o lucro das montadoras.
O governo também pretende investir na produção de novas tecnologias, como a Start/Stop (sistema que desliga e liga o carro automaticamente quando este está parado no trânsito ou em algum sinal).
Se espera que, num futuro próximo, esse sistema possa integrar a maioria dos veículos nacionais, o que ajudará o país a reduzir os níveis de gases poluentes emitidos.
Outro sistema que também ajuda na economia de combustível sem ter que deixar a potência de lado é o VVT (Comando Variável de Válvulas).
Também, espera-se incentivos para carros elétricos. Porém, num futuro não tão próximo. O que tem se visto no país são alguns carros híbridos. O mais novo modelo que desembarca por aqui é o Toyota Prius.
Atualmente, no Brasil ainda se pode encontrar poucas opções de carros híbridos, todos importados e com preços elevados. Entre eles: Fusion Hybrid, Toyota Prius, BMW Série 7 Híbrido e Mercedes S400.
Caso tenha interesse em sabem qual foi o índice de consumo (gasolina e álcool) de outros veículos, dê uma olhada no site do Inmetro.

É errado usar o freio de mão como auxílio ao arrancar nas subidas?

É errado usar o freio de mão como auxílio ao arrancar nas subidas?

Uma das situações mais temidas pelos motoristas (seja novo ou velho de guerra) é arrancar em subida.
Durante as aulas de auto escola, os alunos aprendem a fazer controle de embreagem e levam essa técnica para diversas situações, principalmente em subidas.
Porém, o controle de embreagem desgasta bastante diversos componentes do carro. Assim, diminui a sua vida útil e faz com que o proprietário tenha que trocar as peças antes do período recomendado.
Essa situação é ainda pior nos carros atuais, que possuem embreagem hidráulica. Os carros antigos, com embreagem por cabo, conseguem resistir bem mais ao mal uso.
O melhor a se fazer em situações de arrancada em subida é utilizar o freio de mão. Ele foi feito para segurar o carro em situações como essa e na hora de estacionar em subidas e descidas.
uso do freio de mão não danifica nenhum componente do carro (exceto se movimentar o veículo com o freio de mão puxado) e ainda transmite mais segurança ao condutor. Basta baixá-lo na hora da arrancada ao mesmo tempo em que tira o pé da embreagem e aciona o acelerador.

Atualmente, alguns veículos oferecem um sistema de assitência em subidas. Ele mantêm o carro parado por alguns segundos, o tempo de tirar o pé do freio e acionar o acelerador.
Carros com câmbio automático não oferecem esse tipo de “problema”. Seu sistema mantém o carro intacto até que o acelerador seja acionado. O veículo nunca desce nem um centímetro. Alguns câmbios automatizados também proporcionam o mesmo tipo de segurança para o condutor.
Enfim, independente do tipo de veículo (manual, automático ou automatizado), a melhor atitude a se tomar na hora de arrancar em subidas é usar o freio de mão como auxílio.
Essa é a forma mais segura e econômica de não passar por situações de risco, de nervosismo e nem ter que desembolsar uma grana extra com reparação fora de hora.
Para que você não tenha nenhuma surpresa, faça uma manutenção anualmente no freio de mão.

O que é o uso severo de um veículo?

O que é o uso severo de um veículo?

Uma expressão muito usada no setor automobilístico e nos manuais de intruções dos veículos é “uso severo”.
A maioria das pessoas não sabe o que essa expressão realmente significa e a consideram como muito uso, um veículo que é usado com muita frequência.
Porém, ao contrário do que muitos pensam, a expressão “uso severo” muitas vezes é o oposto. São diversas as situações que podem ser consideradas como uso severo:
  • Situações em que o veículo tem bastante contato com alto índice de partículas suspensas ( veículos que trafegam próximo a siderúrgicas, indústrias mineradoras, de cimento, marmorarias, etc)
  • Trânsito frequente em vias com de tráfico intenso, o motor permanece muito tempo em marcha lenta ou realiza paradas frequentes
  • Quando o veículo é pouco utilizado, menos de 10 km por dia.
  • Uso constante do reboque
  • Constantes viagens com carga máxima ou bastante peso
  • Trânsito frequente em vias de terras, sem pavimentação ou em condições ruins


Como pudemos ver acima, atualmente, a maioria dos carros dos grandes centros urbanos passam por alguma situação de uso severo. Assim, os proprietários precisam dar manutenção preventiva nos veículos.
uso severo faz com que as peças sofram desgaste prematuro. A pouca quilometragem não significa que o carro tem pouco uso já que, quando ligado, o motor e as peças ficam em constante funcionamento (é o caso dos veículos que transitam em tráfego intenso).
Em veículos que se enquadram em alguma situação de uso severo, é necessário ter os seguintes cuidados (em média a cada 6 meses ou 7.500 km):
  • Verificar a correia dentada, discos e pastilhas de freio, além da pressão e consição dos pneus
  • Verificar se não há danos ou vazamentos nos reservatórios e componentes da transmissão e motor
  • Substituir bujão de escoamento com anel de vedação, óleo do motor, filtro de óleo, de combustível e de ar
Se você seguir todos os passos citados acima, não terá dor de cabeça com o seu carro tão cedo. Como diz o ditado, melhor prevenir do que remediar!

A correia dentada sempre dura o tempo previsto no manual?

A correia dentada sempre dura o tempo previsto no manual?

Muitas pessoas não dão a devida atenção aos seus veículos o que, no futuro, pode dar enorme dor de cabeça e prejuízo.
Entre as peças que são deixadas de lado, a correia dentada (também chamada de correia sincronizadora) é uma das mais importantes. É ela que realiza a ligação e a sincronização entre o vibraquim do motor e o eixo-comando de válvulas. Ela é responsável pela abertura e fechamento das válvulas (de admissão e escapamento) no momento exato.
Apesar de extrema importância, a correia dentada não costuma emitir ou dar indícios de problemas. Quando ocorre o seu rompimento, ela trava o motor e pode danificar ou quebrar o eixo-comando, válvulas e pistões.
Com isso, o motor precisará ser retificado ou será necessário um novo (serão gastos no mínimo uns R$ 3 mil). Então, o ideal é que se realize a manutenção preventiva do veículo periodicamente.
Além da ruptura podem acontecer outros problemas como o afrouxamento da correia, desalinhamento e desgaste das polias, graxa e óleo nas correia, entre outros.
Segundo os manuais e montadoras, a correia dentada possui vida útil de 50 mil km ou 3 anos (em média). Porém, os proprietários não devem considerar esse tempo previsto como certo.
Quando o carro está ligado, as peças estão funcionando normalmente mesmo não gerando quilometragem. Assim, continuam se desgastando e isso não é levado em consideração.


Por isso, muitas vezes, é preciso realizar a troca da correia dentada antes de chegar no prazo estabelecido no manual. Ao trocá-la costuma-se trocar também o esticador e o rolamento das polias. A bomba de água também deve ser verificada já que é acionada pela correia.
Atualmente, alguns carros possuem corrente de comando ao invés de correia dentada. Elas são muito mais resistentes (duram cerca de 100 mil km) mas, por serem mais complexas, a troca é relativamente mais cara do que a de uma correia.
Verifique no manual do seu veículo qual dos dois tipos ele possui para que você não seja passado para trás. Alguns carros que possuem corrente de comando são: Captiva (GM), Omega V6 3.6 (GM), todos os modelos atuais da Ford, Honda, Toyota e Nissan (exceto o Livina 1.6).
Aproveite e confira como funciona o sensor de estacionamento e o que é considerado uso severo do veículo.
Como funciona o comando variável de válvulas?

Como funciona o comando variável de válvulas?

Com a tecnologia em constante evolução, é de se esperar que surjam novidades a cada dia. Porém, ela demora a chegar nos produtos com preços mais acessíveis.
É o caso do sistema VVT ou comando variável de válvulas. Apesar de ter sido criado há bastante tempo, só agora a indústria automobilística passou a utilizá-lo com mais frequência em carros de preço médio.
Para entendermos como funciona o comando variável de válvulas é necessário saber antes sobre o funcionamento do comando de válvulas simples.
O comando de válvulas é um eixo composto por cames (ressaltos excêntricos) que se localiza no cabeçote (cabeça do motor). Sua função é empurrar e abrir as válvulas (tanto de admissão quanto de escape) e assim, permitir a entrada de ar e saída dos gases responsáveis pela combustão.
Esse comando é ligado à árvore de manivelas (eixo do motor que conduz movimento às partes mecânicas do motor) e pode ser comandado por correias, correntes ou hastes.

No comando variável de válvulas comum, independente da rotação, as válvulas abrem sempre do mesmo jeito. Na hora de desenvolver um motor que utiliza esse tipo de comando deve-se optar pelo tipo de motor (econômico ou potente) logo no início, não há possibilidade de adaptação.
Já o sistema VVT (comando variável de válvulas) permite variação no curso e no tempo das válvulas de acordo com a necessidade. Com base nas rotações o sistema opta por uma configuração econômica ou de potência.
O sistema de comando variável de válvulas é desenvolvido por diversas montadoras, o que possibilita cada uma adotar um nome. A Honda utiliza VTEC, a BMW usa Valvetronic e a Toyota, JAC, Hyundai e outras utilizam VVT.
Com o passar do tempo essa sistema foi aprimorado e algumas opções recebem o “i” no nome (i-VTEC, VVTi). Esse sistema possui uma unidade eletrônica de controle.
Com isso, o veículo ganha uma melhor condição de funcionamento que permite economia de combustível, potência e torque ao mesmo tempo, sem necessidade se optar por uma das três opções.

Qual a diferença entre suspensão fixa, ar, rosca?

Qual a diferença entre suspensão fixa, ar, rosca?


Na hora de rebaixar um carro fazemos muitas vezes esse tipo de pergunta: Que tipo de suspensão usar? Qual a melhor suspensão? Eu vou perder o conforto do meu carro?
Bem buscando responder essas dúvidas abaixo descrevemos o funcionamento de cada tipo de suspensão. Sobre qual delas usar vai depender muito do propósito do seu projeto de rebaixamento para o carro, mas todas são indicadas, mas você pode vê a opinião do seu mecânico ou preparador.

Suspensão Fixa

A suspensão Fixa é um conjunto de 4 amortecedores e 4 molas preparadas, onde o carro pode ser rebaixado para uma altura exata proporcionando conforto e estabilidade. Esse tipo de suspensão muito usado para quem possuiu carro de alta performance.

Suspensão a Ar

A suspensão a ar funciona com bolsas de borracha no lugar das molas. A regulagem é acionada através de controle instalando dentro do veiculo, no qual pode ser infladas levando o carro ou secas para rebaixar. O sistema basicamente é composto por válvulas solenoides, compressor de ar, amortecedores reduzidos, bolsas, cilindro de ar, manômetros, mangueiras e controle remoto.

Suspensão de Rosca

A Suspensão de Rosca permite a regulagem manual da altura do carro, através de um sistema de roscas e flanges semelhante a uma porca e um parafuso, que deslocam a mola para cima e para baixo, levantando ou baixando o carro.

Molas Esportivas

Esse tipo de suspensão é bem semelhante a fixa, porém a única coisa que você muda na suspensão original é o kit de molas. As molas esportivas são fabricadas para deixar o carro mais baixo e mantendo as condições de conforto, dirigibilidade e segurança similares aos originais.

Importante:

Depois de escolhida a suspensão é importante legalizar o veículo, veja a resolução do Contran que permite carros rebaixados.